Um pedido de acesso reconhece a alguem o direito as suas proprias imagens, nao aos rostos de todas as outras pessoas que estavam diante da camara ao mesmo tempo. Antes de entregar uma exportacao de CCTV, pixelize cada transeunte e funcionario, mantenha intactos os movimentos do requerente e entregue apenas os dados a que o pedido tem direito. Pode anonimizar imagens CCTV agora mesmo sem criar uma conta.
Porque nao pode entregar a gravacao em bruto
O direito de acesso e estreito de proposito. Da a uma pessoa uma copia dos seus dados pessoais: por onde andou, quanto tempo esteve no balcao, quando saiu. Nao lhe da uma galeria de todos os outros que estavam na loja naquela tarde. Uma exportacao de CCTV em bruto funde essas duas coisas num unico ficheiro: o requerente esta diante da camara, mas tambem dezenas de compradores alheios e o pessoal de turno, cada um um titular de dados com os mesmos direitos que o requerente esta a exercer.
Entregue a gravacao sem lhe tocar e tera divulgado todas essas imagens de terceiros sem uma base licita para o fazer. As autoridades de controlo sao coerentes neste ponto: tem de satisfazer o pedido e proteger os outros, o que na pratica significa ocultar cada rosto que nao seja o do requerente antes de o ficheiro sair das suas maos.
O CCTV em bruto esta cheio de dados pessoais de outros
Vinte minutos de video de area de vendas podem conter centenas de rostos identificaveis. Entrega-lo por inteiro para satisfazer o pedido de acesso de uma pessoa expoe todos os outros que ficaram no enquadramento. Pixelize primeiro os transeuntes, sempre, para que a divulgacao leve apenas os dados do proprio requerente.
Manter o requerente, ocultar todos os outros
O que importa num pedido de acesso nao e "rostos visiveis" contra "rostos ocultos". E de quem e o rosto que fica. O requerente precisa de se ver com nitidez suficiente para verificar que a gravacao e sua; todos os outros tem de desaparecer. E exatamente para essa separacao que esta ferramenta foi construida.
- Cada comprador e funcionario e identificavel
- Divulga dados de terceiros sem qualquer base
- Uma divulgacao demasiado ampla pode gerar a sua propria reclamacao
- O requerente podia capturar rostos de pessoas que nunca conheceu
- So a gravacao do proprio requerente fica legivel
- Cada outro rosto e destruido fotograma a fotograma
- A divulgacao leva os dados pedidos e nada mais
- Nada no ficheiro pode ser rastreado ate aos rostos originais
Como funciona a redacao, fotograma a fotograma
O processo le o video, deteta rostos fotograma a fotograma e sobrescreve o rosto de cada transeunte com um bloco de pixels. E destrutivo por conceito: os pixels que formavam esse rosto sao substituidos, nao escondidos atras de uma caixa movivel ou de um filtro suave. Como corre por fotograma, um transeunte que atravessa o corredor durante tres segundos fica coberto exatamente nos fotogramas em que aparece, e o percurso do proprio requerente permanece intacto do inicio ao fim.
O que sai e um unico ficheiro de video. Nao ha faixa a parte que guarde os originais, nem camada oculta, nem metadados que retenham em silencio os rostos removidos. Este ultimo ponto e o que torna seguro divulgar o resultado: uma redacao que apenas repinta um rosto no ecra pode ser desfeita por qualquer um que abra o ficheiro com a ferramenta certa, ao passo que sobrescrever os pixels retira o dado dos proprios fotogramas.
Apenas rostos, e porque o dizemos
Somos honestos quanto ao ambito. Este fluxo deteta e pixeliza rostos humanos no video. Nao le matriculas, nao oculta tatuagens, cracha ou identificacoes com nome, e nao transcreve nem silencia o audio. Se a sua exportacao mostra uma matricula identificavel no parque de estacionamento e ela tem de desaparecer, recorte ou corte essa parte separadamente: nao presuma que a tratamos. Prometer uma redacao de matriculas que nao conseguimos entregar seria exatamente o tipo de falsa garantia que faz contestar uma divulgacao.
Usada para o que faz, porem, transforma um dia de ocultacao manual fotograma a fotograma num unico envio: carrega a exportacao, deixa os rostos serem pixelizados, verifica que o requerente continua legivel e descarrega o ficheiro que vai divulgar.
Da sala de controlo ao processo de entrega
O CCTV de uma loja raramente sai de uma unica camara arrumada. A sala de controlo de um hipermercado combina domos sobre as caixas registadoras, uma domo giratoria pendurada na galeria comercial, um olho de peixe sobre a arrecadacao do armazem e o torniquete da entrada, tudo gravado no mesmo equipamento com apagamento ciclico ao fim de trinta dias. Quando um comprador apresenta o pedido, o operador de seguranca extrai os canais pertinentes, mas uma tarde de muita afluencia enche esses vinte minutos: gente a furar a fila no self-checkout, um estafeta a empurrar um carrinho de carga, um guarda em patrulha pelo corredor, miudos junto a maquina de vending e um arrumador a repor mercadoria nas prateleiras da gondola.
A parede de monitores mostra tudo ao vivo, mas e a gravacao no disco que alimenta a auditoria: uma camara PTZ que roda, um sensor antifurto que dispara junto ao alarme, uma etiqueta magnetica arrancada, o gerente a abrir o cofre da retaguarda. Cada um desses transeuntes e um titular de dados distinto, com o mesmo direito que o requerente esta a exercer. Pixeliza-los antes de o clip chegar ao processo de entrega separa uma divulgacao proporcionada de uma queixa por recolha excessiva. Se o pedido nasceu de um furto, de um assalto ou de uma ocorrencia registada no livro de incidentes, recorte a parte da montra, do provador ou do balcao alheio que nada tem a ver com o requerente: a entrega deve levar o percurso dele pelo estabelecimento e nada que identifique os restantes clientes, o segurança da ronda noturna ou o pessoal de caixa.
Anonimize a sua exportacao CCTV agora
Exporte o angulo de camara relevante para um video padrao, carregue-o, confirme o preco e descarregue a copia redigida com cada transeunte destruido e o requerente intacto. Sem conta, pague apenas pela exportacao que anonimiza.
Quando precisa disto
Um cliente apresentou um pedido de acesso e quer o CCTV da loja dos vinte minutos que passou na area de vendas. Esta legalmente obrigado a entregar-lhe imagens de si proprio, mas esses mesmos fotogramas mostram dezenas de outros compradores e dois funcionarios que tem os seus proprios direitos de privacidade. Nao pode entregar a gravacao em bruto, e ocultar a mao cada outro rosto ao longo de vinte minutos de video multicamara e um dia de trabalho que nao tem. Carregue a exportacao no Medianonymizer, mantenha intactos os movimentos do requerente e pixelize cada outro rosto da gravacao. Entrega exatamente o que a lei exige, os dados do proprio requerente, com cada transeunte alheio destruido nos fotogramas em que aparece.
O ângulo da conformidade
Um pedido de acesso da a uma pessoa o direito aos seus proprios dados pessoais, mas nao aos dados pessoais de todos os outros captados pela mesma camara. Entregar o CCTV em bruto divulgaria as imagens desses terceiros sem uma base, por isso as autoridades de controlo esperam que os oculte primeiro. Pixelizar o rosto de cada transeunte antes de divulgar a gravacao permite-lhe satisfazer o direito de acesso do requerente e ao mesmo tempo proteger os restantes titulares dos dados, uma redacao em apoio da sua obrigacao de equilibrar ambos os direitos, nao uma afirmacao de que a divulgacao e automaticamente licita.
O que pode verificar
O ficheiro entregue tem os rostos dos transeuntes sobrescritos em cada fotograma em que aparecem: nao ha uma segunda copia nem uma camada oculta que o requerente pudesse extrair para revelar quem mais estava na loja. Reproduza-o ou exporte qualquer fotograma e os rostos de terceiros sao blocos de pixels, enquanto a gravacao do proprio requerente fica intacta. O que entrega contem apenas os dados a que o pedido tem direito.
Perguntas frequentes
- Posso ocultar todos exceto a pessoa que apresentou o pedido de acesso?
- Sim, e precisamente o objetivo deste fluxo. Mantem intactos os movimentos do requerente e pixeliza cada outro rosto da gravacao. O requerente recebe video de si proprio, exatamente o que o direito de acesso lhe reconhece, enquanto cada comprador e funcionario alheio e destruido nos fotogramas em que aparece. Divulga os dados dele, nao os dos outros.
- Poderia o requerente recuperar os rostos dos outros compradores a partir do ficheiro que entrego?
- Nao. A pixelizacao fica gravada nos pixels de cada fotograma em que um transeunte aparece. Nao ha segunda copia, nem camada oculta, nem metadados que guardem os rostos originais. Exporte qualquer fotograma do ficheiro entregue e os rostos de terceiros sao blocos solidos de pixels: a imagem por baixo desapareceu, nao esta coberta. Isto e redacao irreversivel: destruimos o dado, nao o escondemos. Verifique voce mesmo.
- Funciona com exportacoes CCTV multicamara ou com marca temporal?
- Processa um ficheiro de video padrao. As marcas temporais incrustadas e as etiquetas de camara no ecra mantem-se: fazem parte da imagem e normalmente quer-nas para a trilha de auditoria. Se o seu DVR ou NVR escreve um contentor proprietario, exporte ou converta primeiro cada angulo de camara para um video padrao e depois passe-os um de cada vez. Os rostos sao detetados e pixelizados da mesma forma, independentemente das sobreposicoes por cima.
- Tambem ocultam as matriculas na gravacao, ou apenas os rostos?
- Apenas rostos. Esta ferramenta deteta e pixeliza rostos humanos; nao oculta matriculas e nao vamos afirmar que o faz. Se na sua exportacao houver uma matricula visivel e identificavel que deva desaparecer, recorte ou remova essa parte separadamente: nao conte connosco para as matriculas.
- Ha conta ou subscricao para uma exportacao pontual de um pedido de acesso?
- Sem conta e sem subscricao. Paga por trabalho e ve o preco exato antes de confirmar, por isso uma unica exportacao de um pedido de acesso custa apenas o que custa esse ficheiro. Nada para registar e nada recorrente.